Arquivo do mês: julho 2015

Yoga Sutra 1.4: Vrtti Sarupyam Itaratra – When Not in Self-Realization, The Seer Becomes the Thoughts

1.4 At other times, when one is not in Self-realization, the Seer appears to take on the form of the modifications of the mind field, taking on the identity of those thought patterns. vritti sarupyam itaratra vritti = of the operations, activities, fluctuations, modifications, changes, or various forms (of the mind-field) sarupyam = similarity, assimilation,…

http://yoganonymous.com/yoga-sutra-1-4-vrtti-sarupyam-itaratra-when-not-in-self-realization-the-seer-becomes-the-thoughts

On Integrating Philosophy and Asana

As I mentioned  yesterday,  Patricia led a  discussion about  how we  integrate philosophy into our teaching and the various challenges of  doing it.  The integration of philosophy and asana is expected at the junior 2  level, so it comes up a lot at the  trainings I go to.  I am  a philosophy teacher  and an …

http://teachingphilosophyandyoga.blogspot.com/2015/07/on-integrating-philosophy-and-asana.html

3 Secrets for Better Arm Balances

Bryant Park Yoga is back in New York City for its 12th season, featuring teachers curated by Yoga Journal. This week’s featured instructor is Jeffrey Posner, who will teach on Tuesday morning, July 28th. Struggling with arm balances? From Crane (Crow) Pose to an all-out Handstand, the form in the hands and forearms remains the same. Mastering this…

http://www.yogajournal.com/poses/hand-balancing-wrong/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=hand-balancing-wrong

Utthita Trikonasana

The element of Pritvhi in standing poses

Home Yoga Practice

One unique feature about Iyengar yoga is that beginning students are taught Uttishta Sthiti (standing poses) first before learning other clans of Asana-s. From a layperson’s perspective, this may sound counterintuitive. Shouldn’t beginners start with seated postures which require less physical effort? After a few years of practice, and a few more years of teaching, I am starting to see clearly why this is the optimal method for beginners to start.

Standing poses are the “donkey work” of Yoga as my mentoring teacher is fond of saying. They require tremendous energy when done properly. They correct defects in wobbly, weak legs and inflexible hamstrings. They safely teach “alignment” which is now becoming a much “maligned” term in the modern Yoga world.

For those beginners with stiff joints in the legs, seated poses can be a nightmare. Have you ever seen a beginning student with tight groins sit on the floor…

Ver o post original 355 mais palavras

O QUARTO ESTÁGIO DO YOGA: PRĀṆĀYĀMAO QUARTO ESTÁGIO DO YOGA: PRĀṆĀYĀMA

A respiração é o rei da mente

 Marcia Neves Pinto 

Há cerca de 2.500 anos Patañjali escreveu os Yoga Sūtras, texto que contém 196 sūtras ou aforismos, que oferecem um método completo para o indivíduo se desenvolver e alcançar a união interior. Nos dois primeiros sūtras Patañjali afirma que quando a mente se aquieta, o eu repousa em sua morada. Mas quando a mente não está quieta, está divagando, está voltada para o exterior, o eu não consegue repousar em sua morada, isto é, o indivíduo não experimenta a essência de seu ser ou, em outras palavras, não está em contato com seu self.

Patañjali descreve vários métodos para aquietar as flutuações da mente, adaptando-os às diferentes capacidades e níveis de desenvolvimento dos indivíduos, de modo que todos quantos praticam yoga podem alcançar a integração entre corpo, mente e alma. Uma delas é prāṇāyāma. O mecanismo respiratório é, sem dúvida, o que está mais intimamente ligado às emoções. Observe o estado da respiração de uma pessoa com raiva – curta e rápida, com predominância inspiratória e torácica – em relação à de uma pessoa calma – respiração lenta e longa, com predominância abdominal e expiratória. E se é verdade que nosso estado emocional e mental determinam a qualidade de nossa respiração, também é verdade que o controle da nossa respiração determina a qualidade da nossa mente e nosso estado emocional.

Uma metáfora conhecida e retirada do Bhagavad Gīta descreve citta (mente, razão e ego) como uma carruagem puxada por vigorosos cavalos. Um deles é prāṇa (sopro vital), o outro é vāsanā (desejo). A carruagem vai na direção do animal mais forte. Quando a respiração prevalece, os desejos são controlados, os sentidos são refreados e a mente é acalmada. Quando o desejo prevalece, a respiração se descontrola, e a mente fica agitada e perturbada. Por isso, o yogī busca o domínio da ciência da respiração e, por meio de seu controle e regulação, ele controla a mente e aquieta seu constante movimento. Isso o capacitará a controlar os sentidos e assim atingir o estágio de pratyāhāra. Somente então a mente estará pronta para a concentração (dhyāna).

“Em termos filosóficos, a inspiração é o movimento executado pelo eu para entrar em contato com a periferia: a essência do ser se move com a respiração e atinge a camada mais profunda da pele – a derradeira fronteira do corpo. Esse é o processo evolutivo de exteriorização da alma. A expiração é a viagem de retorno; é o processo de involução, por meio do qual o corpo, as células e a inteligência se movem para dentro, para alcançar sua origem, o ātma, ou cerne do ser. Esse processo de evolução e involução que ocorrem em cada indivíduo é prāṇāyāma.

Nesse sentido, em cada ciclo de respiração, temos dois caminhos para atingir o entendimento da existência de Deus. Eles são conhecidos como pravṛtti-mārga, o caminho da criação, e nivṛtti-mārga, o caminho da renúncia. Pravrtti-mārga está na inspiração e nivṛtti-mārga, na expiração. Com base nessa filosofia, os iogues são treinados para alcançar o equilíbrio entre ambos os estados. Dessa forma, abhyasa, a prática, e vairāgya, a renúncia, são reunidos de modo coeso na prática do kūmbhaka, que geralmente é traduzido como retenção.

Kūmbhaka é a retenção da respiração, da inteligência e do eu. (…) No kūmbhaka, o si mesmo se torna um com o corpo, e o corpo se torna um com o si mesmo. É a divina união de corpo e mente, na inspiração, expiração e retenção.

Se você considerar a respiração na forma do sistema respiratório, é algo físico. Mas quando a ação da respiração sobre a mente é estudada e compreendida, torna-se espiritual. O prāṇāyāma é a ponte entre o físico e o espiritual. O prāṇāyāma é o ponto central do ioga.”[1]

Prāṇa significa energia. Energia cósmica, energia individual, energia sexual, energia intelectual (…). O prāṇa é universal. Permeia o indivíduo como também o universo, em todos os níveis. Tudo que vibra é prāṇa: calor, luz, gravidade, magnetismo, vigor, poder, vitalidade, vida, eletricidade, respiração, espírito – todos são formas de prāṇa.[2] E como já dito, prāṇa é energia, ayāma é a armazenagem e a distribuição dessa energia, que tem três aspectos: extensão vertical, extensão horizontal e extensão circunferencial.

O prāṇāyāma é o elo de ligação entre o organismo fisiológico do homem e sua dimensão espiritual. Se conseguirmos controlar a respiração, poderemos controlar a mente e vice-versa. O sūtra II.50 do Yoga Sūtras de Patañjali explica que a inspiração (pūraka), a expiração (rechaka) e a retenção (kūṁbhaka) da respiração têm de ser tornadas exatas, isto é, a respiração tem de ser regulada e tornar-se precisa no tempo, no espaço e em número. A extensão da inspiração, expiração e retenção deve ser a mesma; inspiração e expiração devem ser prolongadas, suaves e ininterruptas. A retenção ou suspensão da respiração pode se dar na inspiração ou na expiração, sem perturbar o corpo.

“O prāṇāyāma está na fronteira entre os mundos material e espiritual, e o diafragma é o ponto de encontro dos planos fisiológico e espiritual de seu corpo. Se, quando você segura a respiração, sua mente se desconcentra depois de um certo tempo, isso não é kūṁbhaka. (…) Kūṁbhaka não é segurar o fôlego, é reter energia. Kūṁbhaka é realizar a própria essência do ser (…).

O Haṭha Yoga Pradīpika diz que você, conscientemente, chega a experimentar esse estado de união com o eu por meio de prāṇāyāmas. Quando você é uno em seu íntimo, torna-se rei entre os homens.” [3].

“Se a mente estiver divagando, faça uma expiração lenta e suave, mantendo-a por alguns instantes. Deixe sua consciência fluir com a respiração. Então as flutuações cessarão. Você alcança a união da mente, e a dualidade até então presente desaparece. Agora sua mente está apta a meditar.

Quando você inspira, o eu entra em contato com o corpo. Por isso, a inspiração é a evolução da alma através do corpo, é o hálito cósmico espiritual entrando em contato com a respiração individual.

Do ponto de vista da saúde física, a expiração é a remoção das toxinas existentes no sistema. Do psicológico, aquieta a mente. Do espiritual, é a respiração individual entrando em contato com o hálito cósmico exterior para que se unam.

A expiração é a rendição do nosso ego. Não é a expulsão de ar, mas a expulsão do ego em forma de ar. Na expiração, você se torna humilde, na inspiração vem o orgulho. (…) Aprender o prāṇāyāma é aprender e entender o movimento do apego ao desapego, do desapego ao apego.”[4]

Prāṇāyāma é portanto a ciência da respiração; o eixo em torno do qual gira a roda da vida. Segundo afirma B. K. S. Iyengar, em Light on Yoga, “a vida do yogī não é medida pela quantidade de dias e sim pelo número de respirações. Portanto, ele segue um padrão rítmico apropriado de respiração lenta e profunda. Esse ritmo fortalece o sistema respiratório, acalma o sistema nervoso e abranda a ansiedade. À medida que os desejos e a ansiedade diminuem, a mente fica livre e torna-se um veículo adequado para a concentração.”

Śankarāchārya explica que o esvaziamento da mente de toda ilusão é a verdadeira expiração (rechaka), que a realização de que ‘Eu sou Ātman (espírito)’ é a verdadeira inspiração (pūraka). E a manutenção firme da mente nesta convicção é a verdadeira retenção (kuṁbhaka). Este é o verdadeiro prāṇāyāma”, conclui.

A cada inspiração, os seres vivos pronunciam inconscientemente a prece “So’ham” (Saḥ = ele; aham = eu, ou seja, Ele, o Espírito Imortal, sou eu). Da mesma maneira, a cada expiração toda criatura recita “haṁsaḥ” (eu sou Ele). O yogī realiza plenamente o significado deste ajapa mantra e assim se liberta de todos os grilhões que aprisionam sua alma.

O prāṇa no corpo do indivíduo é parte do alento cósmico do Espírito Universal. Pela prática do prāṇāyāma, faz-se uma tentativa de harmonizar o alento individual com o alento cósmico.

 

[1] B. K. S. Iyengar, A Árvore do Ioga, p. 100/101.

[2] B. K. S. Iyengar, A Árvore do Ioga, p. 179.

[3] B. K. S. Iyengar, A Árvore do Ioga, p. 186.

[4]B. K. S. Iyengar, A Árvore do Ioga, p. 187.

Westernized Yoga can use a dose of Aparigraha

É incrível o percentual de pessoas que nos enviam email querendo fazer formação em Iyengar Yoga sem jamais terem sido praticantes de yoga… Muito louco isso! Algo está muito errado…

Home Yoga Practice

I got the strangest “job offer” from an acquaintance the other day. She said “I’m thinking of opening a yoga studio downtown. It will double as a smoothie stand, will you teach for me?” I asked her if she has ever done yoga before and she replied she had tried if a few times and it made her feel better, and that is what gave her the idea for the studio/bar/what-have-you.

I politely declined without an explanation, and suggested that she at least “acquaint” herself with the practice before her business venture. After reflecting on this job offer, it dawned on me that this is how Yoga is being propagated in the West. Corporate burn outs are going to a yoga class, they feel great afterwards, and it doesn’t take long before they are printing studio fliers.

Rewind a few years back. I used to be part of a mediation…

Ver o post original 331 mais palavras