Arquivo do mês: abril 2014

BKS Iyengar receives Padma Vibhushan Award from the President of India

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Image Courtesy ANI

BKS Iyengar was awarded the Padma Vibhushan Award at a presidential ceremony over the weekend. He was recognized for his work in yoga. This is India’s second highest civilian award. Other award recipients have included Zubin Metha who conducted the Three Tenors in the famous Dodger’s Stadium performance, and writer Ruskin Bond. BKS Iyengar remains a foremost name in yoga. He took yoga from obscurity and made it accessible to thousands worldwide. At 95 years old, Iyengar continues to practice yoga three hours daily. There are certified Iyengar teachers in over 80 countries worldwide including Yemen, Iran, and Israel’s West bank…areas where yoga is very needed. BKS Iyengar is also a candidate for this year’s Nobel Peace Prize. 

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ॐ Nādī Shodhana Prānāyāma ou Anuloma Viloma (respiratório alternado)

Daniel Nodari YOGA

Prānāyāma não é meramente a dinâmica respiratória: inspirar, exalar e reter. Essas três fases respiratórias não constituem prānāyāma, se fosse assim, os seres humanos e todos os animais estariam fazendo prānāyāma ao longo de toda a vida.

Pela tradição do Yoga, prānāyāma é o nome do conjunto de exercícios de controle da energia vital pela respiração. Controlar a respiração por meio desses exercícios é ampliar o fluxo e a circulação de prāna no corpo, ou seja ampliar os processos vitais e mentais.

Nādī shodhana prānāyāma ou anuloma viloma prānāyāma é uma prática de grande importância, tanto no aspecto energético como no aspecto mental. Shodhana significa limpar ou purificar, portanto é um exercício respiratório que purifica as nādīs (meridianos de circulação da energia vital: prāna) facilitando a distribuição do prāna em Sūkshma Sharīra.

Sūkshma Sharīra: é a nossa matéria sutil, na qual não a vemos com…

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ENCONTROS COM PATAÑJALI YOGA SŪTRAS: OS 5 YAMAS

Patanjali ouroENCONTROS COM PATAÑJALI YOGA SŪTRASOS 5 YAMAS 

Coordenação: Marcia Neves Pinto 

“Aquele que trilha a senda do yoga deve ter a saúde do corpo e da mente. Com um corpo enfermo e uma mente doentia não é possível avançar nesta árdua jornada.”

Rohit Mehta[1] 

Rohit Mehta[2] diz que “o problema da disciplina parece estar intimamente relacionado com todas as questões espirituais (…). Parece muito claro que o desperdício de energia deve ser eliminado em todos os níveis, o que indica que a energia deve ser conservada. Além disso, precisamos conhecer o segredo da renovação de nossa energia se quisermos avançar na direção das expressões criativas da vida espiritual. É bastante óbvio que a conservação de energia é possível apenas em uma vida disciplinada. (…)

Quando o homem compreende que nenhuma autoridade pode salvá-lo nem mesmo a autoridade interna, assim, sozinho, ele está supremamente disciplinado. Nesta compreensão da autorresponsabilidade, ele sabe que precisará de toda a sua energia, e, em consequência, não pode permitir que seja desperdiçada. (…)

Quando somos completamente responsáveis por nós mesmos, começamos a viver no verdadeiro sentido da palavra. Isso é, de fato, o svadharma do Bhagavad Ghītā. Sabe-se que uma ação que nasce do svadharma tem a qualidade da verdadeira disciplina. É uma disciplina que emana da própria ação de viver. Não é baseada em um ideal, que tentamos traduzir par a nossa conduta diária; surge no próprio processo de aprendizado. Aprendemos, e este mesmo ato de aprender cria sua própria disciplina. (…) Se seu fluxo é mantido ininterrupto, este mesmo fluxo cria sua própria disciplina. Quando o fluxo sofre obstrução, começam os desordenamentos. É a mente do homem, com suas conclusões e interesses encobertos, que cria obstruções ao fluxo da vida.”

No sūtra II.28 Patañjali diz que o propósito da disciplina do yoga é, por meio da prática regular e dedicada dos vários aspectos do yoga, destruir as impurezas físicas e mentais do praticante, removendo as causas das aflições e fazendo brilhar a coroa da sabedoria em toda a sua glória (yogāṅgānusṭḥānāt aśuddhikṣaye jñānadīptiḥ āvivekakhyāteḥ).

Para manter a saúde da mente Patañjali prega a prática de abstinências (yamas) e observâncias (niyamas). Na abstinência objetivamos descartar determinadas tendências do corpo e da mente que não são saudáveis, não somente comportamentos externos. O sūtra II.30 nos diz quais são os cinco yamas: ahiṁsā satya asteya brahmacarya aparigrahāḥ yamāḥ.

Aqui cabe lembrar que Yama é o Senhor da Morte. B. K. S. Iyengar[3] observa, a este propósito, pensar que Patañjali usou o termo yama no sentido de que a não observância à autocontenção imposta pelos cinco princípios morais pode fazer soar o sino da morte do praticante.

A esse respeito, I. K. Taimni[4] leciona:

“Na senda do Yoga superior[5] é essencial um alto grau de moralidade: não uma moralidade do tipo convencional, nem mesmo do tipo religioso comum. É uma moralidade transcendente, baseada nas leis superiores da natureza e organizada de modo a propiciar a liberação do indivíduo dos grilhões da ilusão e da ignorância. Seu objetivo não é atingir uma felicidade limitada, no âmbito das ilusões da vida inferior, mas conseguir a verdadeira e permanente felicidade, ou paz, transcendendo aquelas ilusões. Este é um ponto que precisa ser claramente entendido, porque para muitos estudantes da filosofia do Yoga a moralidade do Yoga parece ser desnecessariamente severa e proibitiva. (…)

O principal objetivo desse implacável código ético é eliminar por completo todas as perturbações mentais e emocionais que caracterizam a vida de um ser humano comum.”

 

Isto é, alcançar o objetivo da própria disciplina do yoga, estabelecido no sūtra I.2: yogaḥ cittavṛtti nirodhaḥ, yoga é a contenção das flutuações da mente.

Outro ponto importante a ser compreendido é que cada um dos yamas deve ser entendido na maior extensão possível e que essas regras e restrições se dirigem exatamente para aqueles que praticam yoga, mas vivem em sociedade. Assim, por exemplo, ahiṁsā significa não violência, não somente não matar como no primeiro mandamento do Velho Testamento, portanto, significa não causar nenhum mal, dano, sofrimento ou dor a outrem ou a si mesmo através de nossas ações, palavras (palavras ásperas, p. ex.) ou intenções (desejar o mal, p. ex.) a nenhum ser vivo. Nesta acepção, ahiṁsā engloba não criticar desaprovadoramente, não usar linguagem ofensiva, não expor outra pessoa a qualquer situação vexatória.

Ahiṁsā é a base ou raiz de todas as demais práticas: ao praticar qualquer dos demais yamas ou qualquer dos niyamas devemos ter em mente que a meta é não causar dano, por isso, ahiṁsa lidera a lista. Ahiṁsā denota uma atitude de reconhecimento de unidade em relação a todas as criaturas vivas e o cosmos.

Swāmi Hariharānanda Āraṇya[6] em seu comentário ao texto de Vyāsa diz que não causar dano engloba não nutrir um espírito malicioso ou de raiva, uma vez que isto gera a tendência de causar injúria a outros. Envolve também desenvolver e estabelecer um sentimento amistoso em relação a todos os seres vivos,

Refrear internamente a nocividade é muito importante, embora seja quase impossível evitá-la completamente externamente, porque precisamos nos alimentar de outros seres vivos, mesmo que sejam plantas, no caso dos vegetarianos. E, embora a legítima defesa possa minorar os efeitos da violência, o yogī deve mesmo evitá-la. O objetivo da prática da não violência é purificar o coração.

Swāmi Hariharānanda Āraṇya[7] acrescenta, ainda, que praticar este yama não é possível sem que o egoísmo deixe de existir.

Satya significa não apenas veracidade, mas evitar rigorosamente todos os exageros, equívocos, fingimentos, falsidade, usar palavras com diversas interpretações ou ser evasivo. Conservar a verdadeira natureza das coisas, manter a apropriada e verdadeira percepção das coisas antes de comunicá-las é essencial.

Ao falar é também essencial (1) dizer a verdade com a intenção de promover o bem estar de todos, isto é, se a verdade pode causar dano (ahiṁsā)[8], aconselha-se manter o silêncio, (2) evitar a ambiguidade deliberada, usando palavras que poderiam ser interpretadas incorretamente e (3) evitar a falsa comunicação através de gestos ou expressões.

Assim, a fim de cultivar a verdade, devemos começar por falar o mínimo possível ou manter o silêncio. Deixar de lado todas as coisas irreais ou imaginárias. Engajar a mente e as palavras com os fatos estabelecidos e as questões que tratam da verdade. O yogī deve ocupar sua mente com a verdade do espírito.

A verdade é essencial à vida primeiro porque a inverdade, em todas as suas formas, é uma fonte constante de perturbação da mente: “qualquer pessoa que se disponha a manter-se vigilante em relação aos seus pensamentos e atos notará que, em geral, uma mentira dá origem a muitas outras para sustentá-la, e a despeito de todos os seus esforços, na maioria dos casos, as circunstâncias tomam tal rumo que a mentira cedo ou tarde é descoberta. Esse esforço para manter a falsidade e as aparências falsas causam um estranha tensão em nosso subconsciente, preparando o terreno perfeito para todos os tipos de perturbação emocional.” [9]

Afora isso, “a veracidade tem que ser praticada pelo sādhaka, por ser absolutamente necessária ao desenvolvimento de buddhi, ou intuição.” [10]

Swāmi Hariharānanda Āraṇya[11] diz que a inverdade não deve ser dita ainda que fundamentada no melhor dos motivos ou intenções. A meia verdade é ainda pior que a mentira porque induz o outro ao erro.

Há uma passagem no Mahabharata que diz:

satyam bruyat, priyam bruyat, na bruyat satyam apriyam

priyam ca na anrtam bruyat, esa dharmah sanatanah

Fale a verdade. Fale agradavelmente. Não fale a verdade que não é agradável, a verdade que somente causará mal/dano. Não minta somente para agradar. Isto é o dharma (dever) eterno.

A verdade é essencial porque a inverdade, em todas as suas variações, cria todo tipo de complicações desnecessárias, sendo uma fonte incessante de perturbação da mente. Qualquer pessoa que se disponha a manter-se vigilante em relação aos seus pensamentos e atos notará que, em geral, uma mentira leva a outra para sustentá-la e mais outras até que, mais cedo ou mais tarde, são descobertas. O esforço para manter a situação falsa gera tensão na mente, causando todo tipo de perturbação emocional e impedindo a tranquilização da mente. Ademais, a mentira obscurece o desenvolvimento de buddhi ou intuição.

Asteya significa não roubar, não se apropriar, mesmo que indiretamente, daquilo que pertence a outrem, cessar até mesmo os pensamentos de desejo de apropriação tanto de bens materiais quanto de bens materiais como, por exemplo, receber crédito pelo o que não fez ou gozar de privilégios que de direito não lhe pertençam; copiar, imitar, usar outras pessoas ou coisas indevidamente. Vācaspati Miśra[12] sustenta que este último aspecto é de suma importância porque todas as nossas ações começam na mente. Śaṅkara[13] dia que os pensamentos de apropriação só podem deixar de existir quando se está livre do desejo.

Brahmacarya é a prática da austeridade, da não indulgência de todos os tipos. Exprime abster-se de qualquer demonstração grosseira ou sutil, de ostentar possessões, seja riqueza, beleza, conquistas espirituais ou de relacionamentos. Significa controlar o anseio por, não somente dos prazeres sexuais, mas de todos os prazeres sensuais. Todos os sentidos precisam ser vigiados e controlados: gula, fala, etc. Estabilizar-se na contenção do recebimento daquilo que não nos é necessário dá-nos o conhecimento das vidas passadas e futuras (II.39) porque, a ausência de apegos do corpo faz com que o yogi sinta o seu próprio corpo como recebido por empréstimo em virtude das ações praticadas em vidas anteriores (“eu não sou o corpo”).

Aparigraha significa não cobiçar, não ser ganancioso, não ter avidez pela riqueza, a não possessividade. Não é tanto a posse de coisas, mas o sentimento de posse, o que envolve a renúncia a posses quando elas conduzam à prisão.

Vyāsa[14] define a renúncia ao sentimento de posse como a habilidade de enxergar os problemas causados pela aquisição, preservação e destruição das posses, que somente causam apego e dano. Por essas razões a possessividade dá origem aos saṁskāras e ativa a cobiça pelos objetos e, mais tarde, a dor causada pela perda deles. Deste modo, o yogī procura ater-se à posse daquilo que é necessário para sua manutenção.

Cabe aqui ressaltar, entretanto, que não é a quantidade de bens que possuímos que importa, mas sim nossa atitude em relação a eles. Podemos possuir poucas coisas e termos um forte instinto de posse em relação a elas ou possuir muitas coisas e, ainda assim, estar livres de qualquer sentimento de posse. É possível viver em circunstâncias as mais luxuosas, sem qualquer sentimento de posse e disposto a repartir tudo sem a mais leve hesitação.

Embora possível, isso não é fácil e, de qualquer modo, o dispêndio de tempo e energia usado para acumular coisas que de fato não necessitamos, mantê-las e guardá-las com as preocupações e ansiedades da vida aumentando proporcionalmente à acumulação. Consideremos, ainda, o constante medo de perder esses bens, a dor e a angústia de deixá-las para trás. Afora as complicações que a acumulação causa no mundo no campo sócio-econômico.

Deste modo, o futuro yogi limita suas posses e necessidades ao mínimo e elimina de sua vida todos os acúmulos desnecessários e atividades que dissipam suas energias e constituem fonte de perturbação constante da mente.

II.31 – jāti deśa kāla samaya anacacchinnāḥ sārvabhaumāḥ mahāvratam

Neste sūtra Patañjali observa que a disciplina do yoga é um grande voto e que este voto nos afirma que não devemos cogitar de qualquer escusa para não observá-la. A mente que inventa desculpas é imatura, no sentido de que não despertou um sentido de plena responsabilidade.

“As desculpas são tanto biológicas, quanto físicas ou sociais. Patañjali diz que o Grande Voto deve permanecer firme, não deve ser quebrado sob pretexto algum. As palavras usadas para estes pretextos são jāti, deśa-kāla e samaya. Jāti refere-se à hereditariedade. Deśa-kāla às circunstâncias físicas, representadas pelo tempo e espaço. Samaya refere-se às oportunidades sociais. (…) A maioria das pessoas, quando não quer observar as exigências de uma disciplina, reclama de fatores biológicos da natureza, como é indicado pela fraqueza inerente, do ambiente físico que não é [15]apropriado; ou reclamam da falta de oportunidades proporcionadas pela sociedade, família ou grupo ideológico ao qual pertencem. Patañjali diz que nem os fatores biológicos, nem físicos, nem sociais devem interpor-se no caminho das exigências do Grande Voto.”

Os yamas devem ser observados de acordo com os deveres de cada um: um cirurgião irá cortar o paciente, um soldado irá para a guerra, mas o limite é o dever em todas as circunstâncias.

Se você praticar os cinco yamas (II.30) vai notar que há sempre algum tipo de obstáculo. Para combatê-los, Patañjali prega: II.33 vitarka-bādhane pratipkṣa-bhāvanam

  • vitarka = pensamentos negativos ou perversos,
  • bādhane = perturbado
  • pratipakṣa = pensamentos opostos. Pratipakṣa se aplica a outros membros do yoga, tais como āsana, prāṇāyāma e a toda a kriya-yoga a fim de evitar ser indulgente com o prazer em vez de praticar tapas, manter conversar inúteis e perder tempo em vez de praticar svādhyāya, etc. causar sofrimento causar sofrimento
  • bhāvanam = cultivar

 

Isto é, quando surgirem pensamentos negativos ou não construtivos, cultive pensamentos que lhes são opostos (positivos), buscando-os na memória. E esses maus pensamentos podem ter como causa a cobiça (lobha), a raiva (krodha) ou a ilusão (mohah). Podem ser nossos, induzidos em outrem ou aprovados por nós quando acontecem. Mas qualquer que seja a razão desses maus pensamento ou ações, causarão sofrimento (dukha) e o aumento da ignorância (avidhya), motivo pelo qual devem ser combatidos por meio da prática dos yamas e niyamas.

E quando através da prática de pratipkṣa-bhāvanam as más ações tiverem sido contidas e os maus pensamentos (as más inclinações) tiverem perdido sua força e frequência, suas sementes também terão perdido a potencialidade de crescer novamente e, então, as mais extraordinárias habilidades se manifestarão, indicando o domínio dos yamas.

B. K. S. Iyengar[16] diz que os efeitos da observância dos cinco yamas são:

II.35 ahiṁsā-pratiṣṭhāyām tat-sannidhau vaira-tyāgaḥ o efeito da não violência é tornar amigos aqueles que são inimigos
III.24 maitri-ādiṣu balāni a não violência acarreta em força e poder em um caráter amistoso
III.25 baleṣu hasti-bala-ādīni as palavras devem ser proferidas judiciosamente ou ferirão até o fim da vida, ainda mais que as ações – yogīs com o poder de falar sabiamente têm uma força física e mental como a de um elefante ou águia
II.36 satya-pratiṣṭhāyāṁ kriyā-phala-aśrayatvam aquele que vive genuinamente na honestidade, sem desviar-se entre as ações, pensamentos e palavras, é recompensado com a exatidão e a precisão: são palavras se tornam infalíveis
II.37 asteya- pratiṣṭhāyāṁ sarva-ratna-upasthānam não cobiçar acarreta em não desejar, e isto é devolvido na forma de riqueza mundana e espiritual
II.38 bramacarya- pratiṣṭhāyāṁ vīrya-lābbhaḥ aquele que controla os prazeres sensuais desenvolve vigor e energia
II.39 aparigraha-sthairye janma-kathaṁtā saṁbodhaḥ aquele que vive livre da possessividade e da cobiça alcança o caminho do conhecimento e da sabedoria, que é real e permanente
III.18 saṁskāra-sākṣāt karanāt pūrva-jā-ti-jñānam todos os instintos defeituosos do passado desaparecem quando se domina aparigraha e por meio desta maestria obtém-se a percepção direta das vidas anteriores e a sabedoria

 

Namaskar!

 

 

[1] Yoga – A arte da integração, Editora Teosófica, Brasília, DF, 1995, p. 106.

[2] Yoga – A arte da integração, Editora Teosófica, Brasília, DF, 1995, p. 103/5.

[3] Patañjala Yoga Sūtra Paricaya, MDNIY, Nex Delhi, 1ª edição, 2011, pág. 52.

[4] A Ciência do Yoga, Editora Teosófica, Brasília/DF, 4ª edição, 2006, pág. 167/169.

[5] Taimni distingue o yoga em superior – aquele exposto nos Yoga Sūtras e cujo objetivo é a liberação das ilusões e limitações da vida inferiordo inferior – que tem por objetivo desenvolver certas capacidades psíquicas e poderes supranormais, alimentando a vaidade (obra citada, pág. 166/167.)

[6] Yoga Philosophy of Patañjali, State University of New York Press, Albany, 1983, pág. 209/210.

[7] Yoga Philosophy of Patañjali, State University of New York Press, Albany, 1983, pág. 209/210.

[8] De fato, sempre que um yama puder estar em conflito com outro, ahiṁsā deve preponderar.

[9] A Ciência do Yoga, Editora Teosófica, Brasília/DF, 4ª edição, 2006, pág. 167/169.

[10] A Ciência do Yoga, Editora Teosófica, Brasília/DF, 4ª edição, 2006, pág. 167/169.

[11] Yoga Philosophy of Patañjali, State University of New York Press, Albany, 1983, pág. 210.

[12] Citado por Edwin Bryant na obra The Yoga Sūtras of Patañjali, North Point Press, New York, 1ª edição, 2009, pág. 246/247.

[13] Citado por Edwin Bryant na obra The Yoga Sūtras of Patañjali, North Point Press, New York, 1ª edição, 2009, pág. 246/247.

[14] Citado por Edwin Bryant na obra The Yoga Sūtras of Patañjali, North Point Press, New York, 1ª edição, 2009, pág. 246/247.

[15] Rohit Mehta, obra citada, p. 109.

[16] Core of the Yoga Sūtras, Harper Thorsons, India, 1ª edição, 2013, pág. 145/146.

Inversions and eye problems

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I had been teaching Salamba Sirsasana (supported head pose, or headstand) to one of my long time students. She had struggled hard to learn the pose, first conquering fear, then strength, then equipoise. Then another barrier came her way. Her ophthalmologist diagnosed her with low tension glaucoma. One of the first things we learn in Iyengar yoga when teaching Salamaba Sirasana is when not to teach it: in cases of high blood pressure, menstruation, and eye problems.

My wife who works as an opthalmic assistant directed me to this article. The author of this study painstakingly measured eye pressure in each of the inverted asanas in the Iyengar method. As expected, Salamba Sirsana is off the charts in terms of high ocular pressure. A major finding is that pressure increases the most during the first minute of the Salamba Sirsasana, then it stabilizes up to 13 minutes mark, then…

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Exploring Iyengar Yoga Principles (Adho Mukha Svanasana) with Carrie Owerko

ROADS TO BLISS

Sense of direction, center of gravity; exploring two key principles of the Iyengar’s teachings applied to Dog Pose. This video is part of of serie with Carrie Owerko

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Vídeo | A História da Índia

yoga em casa | para conhecer e começar a praticar onde estiver

Excelente documentário produzido pela BBC e apresentado pelo historiador inglês Michael Wood que faz um passeio inesquecível pela milenar cultura indiana. Da Pré-história à Civilização, vislumbramos os processos de formação dessa civilização que deu origem a uma rica cultura que há muito tempo encanta e intriga o ocidente.

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Benefícios do Yoga | Urdhva Dhanurasana ou Chakrasana

yoga em casa | para conhecer e começar a praticar onde estiver

efeitos da postura da ponte ou do arco Urdhva significa para cima e dhanuh, arco. Então temos “a postura do arco voltado para cima”. Essa asana também é conhecida como Chakrasana, palavra sânscrita composta por um vocábulo conhecido mundialmente, quem nunca ouviu falar em “Chakras”? Seu significado literal é roda. Essa postura também é chamada de “postura da roda” em função da forma que assumimos nela, como por conta de sua execução estimular todos os centros energéticos.

Conheça os benefícios dessa postura

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