Arquivo do mês: setembro 2013

~ What is Yajna (Fire ritual)?

GLOBAL INDIAN BLOG

Yajna (Yadnya or Homa) , means Spirit of self-scarifies not motivated by attachments to the results, is a Fire ritual of Sanskrit prayers and mantra chanting by offering herbals in the Holy Fire (Agni). Yajna ultimately consists of self-less action done with the devotion of spirit and without regard of the fruits of those actions. It tells the happy acceptance of all our actions.

You will find it during Hindu Wedding or Festivals where Host couple or individual or families together performing this ritual. Watch following clip to understand what is Yajna, which is also described in brief below as text.

Significance of Yajna:

Vasana (Behavioural tendency) –> Lasting Mental Impressions –> Action —> Desire –> Product of Attachment

So ,life becomes a less productive cycle of “Desire/Ego –> Actions –> Vasanas–> back to Desire/Ego”.

Yajna –> overcomes Vasanas and thus breaks the above cycle.

Yajna brings inner satisfaction to those who…

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Realise deeply that no matter how much worrying about it you do, this moment already is as it is

MindMedicine Blog

Just calmly and gently let it be. Let this moment be as it is. No amount of worrying or complaining about it will make any difference, so accept that this moment is the way it is, and let it go…

Remember; if you fight against the present moment you are fighting against life, and that is a battle that you will never win…

If you fight against the present moment, if you complain or moan about where you are, then you will continue to create tension and anxiousness into your experience. But if you start to live this moment with quality and calmness and acceptance, then you will start to create a much more flowing and effortless life experience…

You will get out of your own way so to speak, you will start to release resistance, and in that releasing of resistance, you will start to open up to the…

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~ Fundamentals of Yoga

GLOBAL INDIAN BLOG

“Make Yoga Yours & Discover the Divinity in You!”. There are 4 types of Yoga (योग) — Bhakti (Devotion),Karma (Action),Gyan (Knowledge), & Raja (Meditation) Yoga. A true Yogi/Yogini combines the different approaches to suit his/her needs (customization) to realize the Divine!

When the five body sensors are still, when the mind is still, when intellect is still, that is called highest state by the wise.

Yoga is this complete stillness in which one enters in sense of unity state never to become separate again. If one is not established in this true, the sense of unity will come and go.

The four yoga are not mutually exclusive of each other. Yoga at a higher level can be anything that leads you to divinity.

For full description, see informative clip from ‘HinduStudentAssociation’ below to find out 4 types of yoga, which is also given in text here.
yoga-gi

Four types of primary Yoga…

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Being fully in the present…

MindMedicine Blog

Most people are always trying to escape the present moment. They always have somewhere to be. They are always rushing from one moment to another, always rushing through the present moment. The present moment becomes nothing more than a means to an end. They don’t realise that it is the present moment that is the source of everything that they are looking for. They are always trying to get to a future moment when they get what they ‘think’ they want in order to be happy. This is the delusion of time. You cannot be free if your mind is dependent on a future point in time. You can only be free NOW.

Wherever you are, be there fully. Live with the intention of enjoying the present moment as fully as you can. Realise deeply that life is always now, you cannot escape the present moment, so accept it and…

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ENCONTROS COM PATANJALI YOGA SŪTRA: PODE SE FALAR EM FILOSOFIA INDIANA?

ENCONTROS COM PATANJALI YOGA SŪTRA: PODE SE FALAR EM FILOSOFIA INDIANA?

Coordenação: Marcia Neves Pinto 

Zimmer

E porque tenho chamado sāṁkya e yoga de filosofia, surge a pergunta: pode se falar em filosofia indiana? 

Um dos meus livros de cabeceira no último ano é Filosofias da Índia, de Heinrich Zimmer.[1] Tendo em vista que ele dá uma boa ideia das filosofias da Índia, achei que seria uma boa companhia para meu retorno a esse país e que poderia ser interessante compartilhar seus ensinamentos com meus companheiros de jornada yogue.

Uma das primeiras questões postas por Heinrich Zimmer, um dos mitólogos e indólogos mais eminentes de nossa época (1890-1940) no primeiro capítulo dessa obra póstuma, é a questão de se é possível sustentar a existência de uma filosofia indiana. Diz ele:

“A principal finalidade do pensamento indiano é desvendar e integrar na consciência o que as forças da vida recusaram e ocultaram, não é explorar e descrever o mundo visível. A suprema e característica façanha da mentalidade bramânica (e isto foi decisivo, não apenas para o desenvolvimento da filosofia indiana, mas também para a história de sua civilização) foi a descoberta do Eu (ātman) como entidade imperecível e independente, alicerce da personalidade consciente e da estrutura corporal. Tudo o que normalmente conhecemos e expressamos de nós mesmos pertence à esfera da impermanência, à esfera do tempo e do espaço, mas este Eu (ātman) é imutável por todo o sempre, além do tempo, além do espaço e da obnubiladora malha da causalidade, além de qualquer medida, além do domínio da visão. A filosofia indiana, por milhares de anos, tem se esforçado por conhecer esse Eu adamantino e efetivar seu conhecimento na vida humana.(…)

Em resumo: a Índia teve, e ainda tem, suas próprias disciplinas psicológicas, éticas, físicas e teoria metafísica. Mas a preocupação fundamental – em contraste notável com os interesses dos modernos filósofos ocidentais – foi sempre a transformação, e não a informação; uma mudança radical da natureza humana e, com isto, uma renovação na sua compreensão não só do mundo exterior, mas também da sua própria existência; uma transformação tão completa quanto possível que, ao ser coroada pelo êxito, leva a uma total conversão ou renascimento.

Neste sentido, a filosofia indiana tem laços mais estreitos com a religião do que com o pensamento crítico secularizado do Ocidente moderno. (…)” (p. 20/21)

“A história do pensamento indiano, durante o período que precede o nascimento e a missão de Buddha (aprox. 563-483 a.C.), revela uma gradual intensificação na importância dada ao problema da redescoberta e assimilação do Eu. (…)” (p. 23).

“Esse conhecimento é obtido mediante uma destas técnicas: 1. Rejeição sistemática do mundo – em sua totalidade – como ilusório, ou 2. Profunda compreensão da absoluta materialidade do mundo.

Esta é precisamente a posição não teísta, antropocêntrica, que estamos a ponto de alcançar no Ocidente, se é que já não alcançamos. (…) nossas filosofias acadêmicas e seculares importam-se mais com a informação que com a transformação redentora exigida por nossas almas.” (p. 25/26)

“Os sábios da Índia (…) nunca pretenderam que seus ensinamentos fossem populares. Na verdade, somente nos últimos anos suas palavras tornaram-se acessíveis a maioria devido à edição dos textos e às traduções em línguas vernáculas. (…) Não é a descrição detalhada da margem de cá, mas sim da outra margem, a meta suprema da investigação, ensino e meditação. A autotransformação no percurso até a outra margem é o ideal compartilhado por todas as grandes filosofias da Índia.” (p. 28)

Entretanto, ainda hoje é possível encontrar quem sustente que não existe “filosofia indiana”, porquanto a filosofia não existe fora da Europa, ideia que encontra razões sob o ponto de vista técnico. Entretanto, a partir de Wilhelm Dilthey, alguns homens passaram a sustentar que “se um pensador como Hobbes já integrava a lista de nossas personalidades insígnes, então não se podia desprezar as palavras de Confúncio sobre educação, política e ética. Ou, se Maquiavel era considerado o primeiro pensador político moderno, algo precisava ser dito a respeito do sistema hindu que aparece no Artha-Śāstra15. Da mesma maneira, se Santo Agostinho, São Tomás de Aquino e Pascal são chamados filósofos religiosos, então não se pode deixar de lado os grandes teólogos hindus como Śaṅkara e Rāmānuja16 que, com grande domínio das técnicas escolásticas, expuseram o fundamentos filosóficos da teologia vedantina ortodoxa. E no momento em que se reconhece Plotino ou Mestre Eckhart como filósofos, Lao-Tsé não pode ser ignorado, nem os mestres do Yoga hindu ou budista. Portanto, referências à China e à Índia foram incorporadas na história do pensamento ocidental (…), adornando a história da ‘verdadeira filosofia’, que começa com os gregos jônicos Tales, Anaximandro e Heráclito, nos séculos 6º e 5ºº a.C.17

Apesar da influência desse ponto de vista, muitos eruditos (…) permaneceram relutantes em conferir o honroso título de ‘filosofia’ ao pensamento hindu.” (p. 34)

O argumento de maior peso é que filosofia é um termo grego, nascido entre os gregos e desenvolvido pelas civilizações ocidentais, que tem Hegel como a maior autoridade a sustentá-lo, para tanto afirmando que falta algo aos sistemas orientais. E o que lhes falta é, obviamente, o contato íntimo com as progressistas ciências naturais, seus métodos críticos, sua concepção secular e não teológica, quase anti religiosa, do homem e do mundo. “E aqui se radica a pretensão de isto ser razão suficiente para restringir a aplicação da palavra ‘filosofia’ mo sentido dado no Ocidente.

Deve-se admitir que neste ponto a velha guarda tem razão. Um traço distintivo da filosofia ocidental é sua íntima e contínua inter-relação com as ciências. (…) Assim, na Grécia antiga – como na Europa atual – a especulação filosófica acerca da estrutura e das forças do Universo, da natureza de todas as coisas e do caráter essencial do homem já era, em grande parte, dirigida por um espírito científico de investigação, cujo resultado foi a dissolução das ideias arcaicas, sustentadas pela mitologia e pela teologia. O tradicionalismo baseado na revelação e nas experiências visionárias caía em descrédito. (…)

A filosofia indiana, ao contrário, permaneceu tradicional. Auxiliada e renovada, não pelas experiências de laboratório, mas pelas vivências interiores da prática do Yoga, preservou as crenças herdadas e as interpretou, sendo, por sua vez, interpretada e corrigida pelas forças da religião. Na Índia, a filosofia e a religião diferem em alguns pontos, mas nunca houve um ataque total e destruidor por parte dos representantes do criticismo puro contra o baluarte imemorial do sentimento religioso popular. (…) Não obstante (…) existe e tem existido na Índia algo que de fato é filosofia (…)” (p. 35/38)

 

ÍNDIA: A FILOSOFIA COMO MODO DE VIDA

Retomando Filosofias da Índia, de Heinrich Zimmer, antes de prosseguirmos com o estudo da filosofia em si, é bom lembrar que lá não se procura uma atitude crítica e sim um crescimento gradual dentro do molde da disciplina eleita. Nos dizeres de Zimmer, “(…) a filosofia oriental é acompanhada e auxiliada pela prática de uma forma de vida: a reclusão monástica, o ascetismo, a meditação, a oração, os exercícios de yoga e as horas dedicadas ao culto. A função do culto é imbuir o devoto da essência divina da verdade. (…) Neste sentido, a filosofia da Índia está tão estreitamente ligada à religião, aos sacramentos, às iniciações e às formas da prática litúrgica, como a filosofia ocidental moderna está para as ciências naturais e seus métodos de investigação.

Essa concepção indiana – da identidade da personalidade e conduta com o ensinamento – está muito bem colocada num comentário inteligente que um amigo meu, hindu, fez acerca de um livro popular sobre filosofia do Oriente:

‘Em última análise – disse ele – a verdadeira aquisição é somente aquele que se encontra confirmada em nossa própria vida. O valor dos escritos de um homem depende do grau em que sua própria vida patenteia seus ensinamentos’.” (p. 51)

Namaskar! 

Marcia Neves Pinto

Set/2013

 


[1] Compilado por Joseph Campbell, Palas Atenas, 4ª edição revisada e atualizada, 2008, SP.

ENCONTROS COM PATANJALI YOGA SŪTRAS: sāmkhya e yoga

Patanjali

ENCONTROS COM PATANJALI YOGA SŪTRAS 

Coordenação: Marcia Neves Pinto

Como já dito, sāmkhya e yoga formam juntas a teoria e a prática de uma mesma filosofia. Para ser mais exata, são dois aspectos de uma única disciplina. O sāmkhya oferece uma base teórica para a questão do aprisionamento e emancipação da natureza humana. O yoga descreve o processo de livrar-se desse aprisionamento, bem como as técnicas para obter a liberação (mokṣa). Os dois sistemas se complementam e conduzem ao mesmo fim.

As principais concepções desse sistema dual são:

  1. O universo está alicerçado numa irresolúvel dicotomia de mônadas vitais (puruṣa) e matéria inanimada (prakṛti);
  2. A matéria inanimada (prakṛti) se manifesta sob três aspectos diferenciados chamados gunas (raja, tamas e sattwa);
  3. Cada uma das mônadas (puruṣa) vitais está associada à matéria inanimada (prakṛti) e está envolvida na roda interminável da transmigração (saṁsāra).

O sāmkhya e o yoga estão relacionados com o sistema mecânico da longínqua antiguidade indiana aborígene, não védico-bramânica, portanto, heterodoxa.

“Quando a ambição, o sucesso e o jogo da vida (artha), da mesma forma que o sexo e os prazeres sensuais (kāma), já não nos oferecem expectativas novas e interessantes nem reservam mais surpresas, e quando começamos a nos fartar também do cumprimento virtuoso das tarefas próprias a uma vida decente e normal (dharma) – porque se tem convertido numa rotina monótona -, ainda permanece o atrativo da vida espiritual, a busca de algo que exista dentro (sob a máscara da personalidade consciente) e fora (por trás do panorama visível do mundo exterior). Qual é o segredo deste ego, deste ‘eu’ com quem temos estado em relações tão íntimas durante todos esses anos já vividos e que, apesar disso, é um estranho, cheio de artimanhas curiosas, caprichos frívolos e desconcertantes impulsos de agressão e teimosia? E o que se tem ocultado, nesse meio tempo, por trás dos fenômenos externos que não mais nos intrigam, produzindo todas essas surpresas que já não nos espantam? A possibilidade de descobrir o segredo do funcionamento do próprio teatro cósmico – quando seus efeitos chegaram a ser de um fastio intolerável -, permanece como a última fascinação, desafio e aventura da mente humana.

No início dos Yoga-Sūtra temos: yogaś cittavṛtti – nirodaḥ – O yoga consiste na detenção (intencional) das atividades espontâneas da substância mental.5

A mente, por sua natureza, está em constante agitação. De acordo com a teoria hindu, transfigura-se continuamente nas formas dos objetos que percebe.

Sua substância sutil toma as formas e as cores de tudo que lhe oferecem os sentidos, a imaginação, a memória e as emoções. Em outras palavras, está dotada de um poder ilimitado e incessante de transformação.6

Assim, a mente é uma onda contínua, como a superfície de um lago submetida à brisa (…). Por si mesma, jamais ficaria parada como um espelho perfeito e cristalino (…) refletindo tranquilamente o homem em seu interior porque, para que isso acontecesse, seria necessário deter as impressões sensórias vindas do exterior (que são como as águas afluentes, turbulentas e perturbadoras da substância translúcida), bem como os impulsos internos: recordações, pressões emocionais e as incitações da imaginação (que são como fontes internas). Contudo, o yoga aquieta a mente; e, no momento em essa quietude é atingida, o homem interior – a mônada vital, revela-se, como uma jóia no fundo de um manso lago.”[1]

Conforme o sāmkhya e o yoga a mônada vital, também chamada puruṣa, ātman, “Eu”, é essa entidade viva no interior de cada homem, cujo número no Universo é ilimitado e cuja natureza própria (svarūpa) é totalmente diversa da matéria inanimada (prakṛti) na qual estão imersos o homem, os animais, os vegetais, os minerais e tudo quanto compõe o universo e tem existência material.

As mônadas vitais são chamadas “mentais” (cit, citi, cetana, caitanya) e compostas de pura luz, deste modo, no interior de cada indivíduo o autoluminoso puruṣa, ātman, ilumina todos os processos da matéria densa e sutil, isto é, da vida e da consciência (citta).

Esta mônada vital, puruṣa, ātman, na escola sāmkhya, não tem forma nem conteúdo, não tem partes nem subdivisões, não tem começo nem fim, é eterna e imperecível e, no começo, foi imaginada como do tamanho de um átomo, depois foi concebida como toda penetrante e infinita, sem atividade, imutável, além da esfera dos movimentos, no topo, no ápice (kūṭastha).

A mônada em si é permanentemente livre. “O problema do homem consiste, simplesmente, em que não compreende sua permanente e sempre presente liberdade, devido ao estado turbulento, ignorante e dispersivo de sua mente.”[2]

Em síntese, de acordo com a filosofia sāmkhya, a mônada vital está associada ao indivíduo (saṁyogaviśesa) e o verdadeiro discernimento (viveka), só pode ser obtido quando a mente é levada à sua condição de repouso, isto é, quando se fazem cessar todas as suas alterações: yogaś cittavṛtti – nirodaḥ (Yoga Sūtras, I.2), o que é o objeto mesmo do yoga.

Namaskar! 

Marcia Neves Pinto

Set/2013

 


[1] Filosofias da Índia, Heinrich Zimmer, Palas Athena Editora, São Paulo, Brasil, 4ª edição revisada e ampliada, 2008, p. 210/211.

[2] Obra citada, p. 212.

ENCONTROS COM PATAÑJALI YOGA SŪTRAS – BIBLIOGRAFIA

Patanjali

ENCONTROS COM PATAÑJALI YOGA SŪTRAS 

Coordenação: Marcia Neves Pinto

Todas as vezes em que me inscrevi em um curso ou grupo de estudos, minha primeira indagação foi: há uma bibliografia de referência?

No nosso caso, encontros que têm por objetivo estudar os Yoga Sūtras de Patañjali, a bibliografia é tão farta quanto variada. Entretanto, conforme ressaltado anteriormente, a finalidade destes “Encontros com Patañjali Yoga Sūtras” é oportunizar um fórum para troca de ideias e aprofundamento dos estudos dos Yoga Sūtras de Patañjali seguindo a interpretação que lhes é dada pelo Guruji B. K. S. Iyengar, embora cotejando com os ensinamentos de outros tradutores e comentaristas.

Deste modo, seguindo estas premissas elaborei a seguinte bibliografia, que não exclui nem desabona qualquer outra que possuam, mas que será a utilizada na preparação dos encontros:

BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL (inexistente em português)

Light on the Yoga Sūtras of Patañjali, BKS Iyengar, Harper Collins Publishers, London, England, 1993;

(ou Luz sobre los Yoga Sūtras de Patañjali, BKS Iyengar, Editorial Kairós, Barcelona, Espanha, 4ª edición, 2009);

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

(inglês)

Core of the Yoga Sūtras, BKS Iyengar, Harper Thorsons, London, England, 2013;

Yoga Philosophy of Patañjali, Sāṁkya-yogāchārya Swāmi Hariharānanda Āranya, 20th edition, 2011, State University of New York Press, Albany, USA;

The Yoga Sūtras of Patañjali, Edwin F. Bryant, 2009, North Point Press, New York, USA;

(português)

Os Sutras do Yoga de Patanjali, Sri Swami Satchidananda, Centro de Yoga Integral, Belo Horizonte, Brasil, 6ª ed., 1997

A Ciência do Yoga, I. K. Taimni, Ed. Teosófica, Brasília – DF, Brasil, 4ª ed., 2006;

Yoga a Arte da Integração, Rohit Mehta, Ed. Teosófica, Brasília – DF, Brasil, 1995;

 

BIBLIOGRAFIA DE INTERESSE

(português)

Árvore do Ioga, BKS Iyengar, Editora Globo, São Paulo, Brasil, 4ª reimpressão, 2009;

A Sabedoria e a Prática da Ioga, BKS Iyengar, Publifolha, São Paulo, Brasil, 2010;

Bahgavad – Gita segundo Gandhi, Ícone ed., São Paulo, Brasil, 3ª ed., 2011;

Bahgavad Gita, Vols. I a III, Glória Arieira, Vidya Mandir Editorial, Rio de Janeiro, Brasil, 1ª ed., 2010;

Filosofias da Índia, Heinrich Zimmer, Palas Athena Editora, São Paulo, Brasil, 4ª edição revisada e ampliada, 2008;

Luz na Vida, BKS Iyengar, Summus Editorial, São Paulo, Brasil, 2007;

(inglês)

Hatha Yoga Pradipika, Yoga Swami Svatmarama, Thorsons, London, England, 1992;

Fundamentals of Patanjali’s Philosophy (theory of klesha & karma), Prashant Iyengar, RIMYI & YOG, Mumbai, India, 2013;

Light on Aṣṭānga Yoga, BKS Iyengar, Alchemy Publishers, New Delhi, India, 2008;

Lyricised Yoga Sutras, Prashant Iyengar, YOG, Mumbai, India, 2nd edition revised, 2005;

Pātañjala Yoga Sūtra Paricaya, BKS Iyengar, MDNIY, New Delhi, India, 2011;

The Yamas & Niyamas: exploring yoga’s ethical practice, Deborah Adele, On-Word Bound Books, LLC, Duluth, Minnesota, USA, 2009;

Yoguika Manas, Dr. BKS Iyengar, YOG, Mumbai, India, 2010;

Namaskar!

Marcia Neves Pinto

Set/2013